Trauma e fuga na Trilogia da Bicha Preta

dc.creatorLetícia Morais Bispo
dc.date.accessioned2025-09-01T15:05:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:22:02Z
dc.date.available2025-09-01T15:05:58Z
dc.date.issued2025-01-15
dc.description.abstractThis research focuses on contemporary Brazilian cinema created by Black filmmakers in the short film format, aiming to understand how the collective colonial trauma affecting subjects of the Black diaspora emerges cinematically in the trilogia da bicha preta (trilogy of the black queer man), a set of three movies directed by the baiano filmmaker Juan Rodrigues that constitute the corpus of this study: Arco da Liberdade (2015), Arco do Medo (2017), and Arco do Tempo (2020). We seek to understand how trauma is addressed in these films and how the concept of “escape”, as proposed by philosopher Dènetem Touam Bona and supported by other Black intellectuals, can contribute to a critical perspective on Rodrigues's works. Additionally, we aim to explore how, through his essayistic gestures in his movies, Juan Rodrigues performs subjectivities beyond trauma, crafting fabulations, reparations, and possibilities for life. Finally, we seek to understand how these films foster micropolitical resistance to the colonial-capitalist unconscious, according to Suely Rolnik's concept.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84757
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectCinema brasileiro - Teses
dc.subjectNegros no cinema - Teses
dc.subject.otherCinema brasileiro
dc.subject.otherCinema negro
dc.subject.otherPolíticas da imagem
dc.titleTrauma e fuga na Trilogia da Bicha Preta
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Eduardo Antônio de Jesus
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5318807610605332
local.contributor.referee1André Guimarães Brasil
local.contributor.referee1Cláudia Cardoso Mesquita
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5068970372700626
local.description.resumoEssa pesquisa se volta para o cinema contemporâneo brasileiro realizado por pessoas negras em curta-metragem, a fim de compreender como o trauma colonial coletivo que afeta os sujeitos da diáspora negra surge filmicamente na trilogia da bicha preta, conjunto de três filmes realizados pelo cineasta baiano Juan Rodrigues que compõem o corpus da pesquisa: Arco da Liberdade (2015), Arco do Medo (2017) e Arco do Tempo (2020). Buscamos entender como o trauma é elaborado nos filmes e de que modo a ideia de fuga, do filósofo Dènetem Touam Bona, amparado por outros pensamentos de intelectuais negros, pode contribuir com um olhar crítico para as obras de Rodrigues. Buscamos responder como através de seus gestos ensaísticos nos filmes, Juan Rodrigues performa subjetivações para além do trauma, compõe fabulações, reparações e possibilidades de vida. Por fim, buscamos entender como esses filmes promovem uma resistência micropolítica ao inconsciente colonial-capitalístico, segundo o conceito de Suely Rolnik.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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