Lá fora... na rua é diferente!: adolescência, escola e sintoma

dc.creatorMárcio Boaventura Júnior
dc.date.accessioned2019-08-10T10:11:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:04:58Z
dc.date.available2019-08-10T10:11:56Z
dc.date.issued2012-03-22
dc.description.abstractRelevant theme of interest for the researches of psychoanalysis and education alike, adolescence has been ranking higher and higher in todays contemporary theories. But, after all, who is this adolescent subject? What does an adolescent say and what type of speeches does he make about himself and the place he occupies in society, especially in the school context. Based on speeches collected from conversations with teenagers from the municipal public school system of Belo Horizonte, we might suppose the configuration of a close almost a motherly complicity between teacher and pupil that might be contributing to fixating adolescence in a denial mechanism of sexual difference.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-966JAD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicanálise e educação
dc.subjectEducação
dc.subjectAdolescência 
dc.subject.otherSintoma
dc.subject.otherPsicanálise
dc.subject.otherAdolescência
dc.subject.otherEscola
dc.titleLá fora... na rua é diferente!: adolescência, escola e sintoma
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marcelo Ricardo Pereira
local.contributor.referee1Maria Cristina Soares de Gouvea
local.contributor.referee1Andrea Maris Campos Guerra
local.description.resumoTema de relevante interesse para as pesquisas de psicanálise e educação, a adolescência vem gozando de um status cada vez mais singular e impactante nas teorias produzidas contemporaneamente. Mas, afinal de contas, quem é esse sujeito adolescente? O que ele diz e quais discursos produz sobre si frente ao lugar que ocupa, especialmente no que se refere ao âmbito escolar. Frente as falas coletadas em conversações com adolescentes da rede pública municipal de Belo Horizonte, podemos supor a configuração de uma cumplicidade - quase maternal - entre professor-aluno que pode estar contribuindo para fixar a adolescência em um mecanismo de recusa à diferença sexual.
local.publisher.initialsUFMG

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