Much beyond the minimum: why do brazilian municipalities overallocate their own revenues to healthcare?

dc.creatorJosé Angelo Machado
dc.creatorGuilherme Quaresma Gonçalves
dc.creatorCarmem Emmanuely Leitão Araújo
dc.date.accessioned2024-05-28T14:52:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:24Z
dc.date.available2024-05-28T14:52:50Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractO artigo identifica razões para a superalocação de receitas próprias com saúde pelos municípios brasileiros que, desde a promulgação da EC 29/2000, as ampliaram progressivamente até ultrapassar em muito o piso constitucional. Modelos de regressão linear com efeitos mistos em painel foram utilizados para o período 2008-2017. As hipóteses testadas estão relacionadas aos efeitos da escala populacional dos municípios; nível de desenvolvimento econômico e social da região em que se inserem; grau de incorporação de recursos tecnológicos de média e alta complexidade; esforço despendido com atenção básica; orientação político partidária dos governos municipais; além da alocação em outras funções e sub funções orçamentárias de interesse da saúde. Os resultados apontam para dois fatores que melhor explicam a variável dependente: escala populacional, em relação inversa, e concentração de serviços de maior complexidade tecnológica, em relação direta.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/3610700/2021
dc.identifier.issn1806-9053
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68720
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de ciências sociais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFederalismo
dc.subjectEmenda constitucional - Brasil
dc.subjectGastos públicos com saúde
dc.subjectReceitas públicas próprias
dc.subjectMunicipios - Brasil
dc.subject.otherFiscal federalism
dc.subject.otherConstitutional amendment 29/2000
dc.subject.otherHealth expenditure
dc.subject.otherOwn revenues
dc.subject.otherMunicipalities
dc.titleMuch beyond the minimum: why do brazilian municipalities overallocate their own revenues to healthcare?
dc.title.alternativeMuito além do mínimo: por que os municípios brasileiros alocam suas próprias receitas para a saúde?
dc.title.alternativeBeaucoup au-delà du minimum: pourquoi les municipalités brésiliennes surutilisent-elles leurs propres revenus pour la santé?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue107
local.citation.volume36
local.description.resumoThis article identifies reasons for Brazilian municipalities overallocating their own revenues to healthcare which, since the promulgation of Constitutional Amendment 29/2000, have progressively expanded them until they far exceed the constitutional minimum. Linear regression models with mixed panel effects were used for the period of 2008-2017. The tested hypotheses are related to the effects of the population scale of the municipalities; the level of economic and social development of the region in which they operate; the degree of incorporation of technological resources of medium and high complexity; the effort spent on basic care; political guidance from municipal governments; and, finally, to allocation to other budgetary functions and sub-functions of interest to healthcare. The results point to two factors which better explain the dependent variable: the population scale in inverse relation, and the concentration of greater technologically complex services in a direct relation.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8023-9526
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0507-9956
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4322-8390
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbcsoc/a/FfzJrT7FtZGnf58VzDDDngS/#

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