Resistência à mudança no sistema de informação gerencial: uma análise da institucionalização de estruturas e práticas de TI em uma organização do poder judiciário brasileiro

dc.creatorAlamir Costa Louro
dc.creatorEmanuel Junqueira
dc.creatorCélia Bubach
dc.creatorRosimeire Pimentel Gonzaga
dc.date.accessioned2023-10-31T13:35:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:37:38Z
dc.date.available2023-10-31T13:35:32Z
dc.date.issued2016-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60317
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso ANPCONT
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTecnologia da informação
dc.subjectAdministração pública
dc.subject.otherTeoria institucional
dc.subject.otherSistema de informação gerencial
dc.subject.otherTecnologia da informação
dc.subject.otherProcesso de mudança
dc.subject.otherOrganizações públicas
dc.titleResistência à mudança no sistema de informação gerencial: uma análise da institucionalização de estruturas e práticas de TI em uma organização do poder judiciário brasileiro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue10
local.description.resumoA presente pesquisa teve por objetivo analisar os fatores de resistência à mudança do SIG em uma organização do poder judiciário brasileiro, descrevendo como as ações dos atores podem inibir a institucionalização de práticas de controle gerencial. Para tanto, utilizou-se o método do estudo de caso, com o framework de Burns e Scapens (2000) para compreender o processo em que as regras viram hábitos e rotinas e são institucionalizadas e o framework de Huy (2001) de tipos ideais de mudança planejada para analisar os fatores de resistência encontrados. O recorte escolhido para análise foi o das estruturas e processos de TI recomendados pela legislação em vigor e sustentadas pela literatura no campo. Realizamos entrevistas, análise documental e anotações de campo para a coleta e elementos da análise do discurso – AD para a análise dos dados. Os resultados indicam que as estruturas e processos de TI que deveriam compor o SIG da organização não estão totalmente institucionalizados, apesar da pressão coercitiva para a mudança. Dessa forma, observamos um uso meramente cerimonial de vários processos do SIG e concluímos que sem o apoio efetivo da alta administração e uma adequada capacitação dos servidores não será possível transformar as regras em hábitos e rotinas. O trabalho contribui para o campo ao descrever como falhas no planejamento da mudança e/ou o desinteresse da alta administração, associado à falta de capacitação dos funcionários inibe a institucionalização de novas regras, mesmo quando essas são estabelecidas de forma coercitiva.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://anpcont.org.br/pdf/2016/CCG307.pdf

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