A ambivalência do "choque" em a alma encantadora das ruas, de João do Rio

dc.creatorTiago de Holanda Padilha Vieira
dc.date.accessioned2022-04-04T23:19:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:38Z
dc.date.available2022-04-04T23:19:35Z
dc.date.issued2016-09
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2317-157X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40770
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro da Associação Brasileira de Literatura Comparada
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLetras
dc.subjectSociologia
dc.subject.otherA alma encantadora das ruas
dc.subject.otherJoão do Rio
dc.subject.otherchoque
dc.subject.otherWalter Benjamin
dc.subject.otherespaço
dc.subject.otherCidade
dc.titleA ambivalência do "choque" em a alma encantadora das ruas, de João do Rio
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage1155
local.citation.issue15
local.citation.spage1144
local.description.resumoRetomando ideias de Georg Simmel, Walter Benjamin considera que o habitante da metrópole moderna está sujeito a um bombardeio de imagens desconexas que acarreta “choques”, contra os quais busca se proteger, adptando seu sistema perceptivo e tornando-o uma espécie de “amortecedor”. Com base em Benjamin, o presente trabalho investiga e interpreta a presença do choque, enquanto recurso literário-político, nas crônicas de A alma encantadora das ruas, de João do Rio. Citando trechos desta antologia, intentamos demonstrar que o elemento investigado manifesta sentido político ambivalente: por um lado, é “domado” para reforçar certa divisão hierarquizadora do espaço urbano configurado nos textos; por outro, participa da proposta de uma prática espacial alternativa, que “reúne” as “partes” da cidade e, assim, promove o encontro como meio de conhecimento mútuo. Tal prática não apenas dispensa a referida hierarquização, como também sugere que seja enganadora, que o conhecimento do lado “inferior” permita contestar a suposta virtude dos “superiores”. O corpo do narrador personagem, exposto aos incômodos do contato com “estranhezas”, tensiona as “frações” da cidade, permitindo que suas diferenças se informem entre si, sem cortes nem rechaços.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCEDECOM - COORDENADORIA DE COMUNICACAO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.abralic.org.br/anais-artigos/?id=1443

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