Ordinary matter: por uma escuta reticular

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

Este artigo discute os procedimentos utilizados na tecedura das camadas de sentido que compõem o filme experimental Ordinary Matter (1972) de Hollis Frampton, partindo das articulações entre som e imagem, suas matérias ordinárias. A obra entrelaça diversos campos de saber e criação em uma rede complexa que solicita múltiplos percursos de decifração ao espectador. Frampton utiliza uma das primeiras tecnologias de produção de imagens em movimento criadas pelo homem, mas procura ultrapassar o programa da máquina através das propostas conceituais e dos procedimentos estéticos que formam esta obra.

Abstract

Assunto

Cinema experimental, Tecnologia, Som

Palavras-chave

Cinema experimental, Banda sonora, Tecnologia

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http://artefactum.rafrom.com.br/index.php/artefactum/article/view/1422

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