Prevalência de cardiopatias estruturais e funcionais em fetos de mães diabéticas

dc.creatorJuliana Pires Veloso
dc.date.accessioned2019-08-11T02:36:50Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:22Z
dc.date.available2019-08-11T02:36:50Z
dc.date.issued2012-12-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9AQHKF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCardiologia
dc.subjectPediatria
dc.subject.otherEcocardiografia
dc.subject.otherDiabetes mellitus
dc.subject.otherDiabetes gestacional
dc.subject.otherGestação
dc.subject.otherCoração fetal
dc.subject.otherCardiopatias congênitas
dc.titlePrevalência de cardiopatias estruturais e funcionais em fetos de mães diabéticas
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Cleonice de Carvalho Coelho Mota
local.description.resumoO diabetes mellitus materno pode determinar cardiopatias estruturais e miocardiopatia hipertrófica em fetos. O controle precoce do diabetes na gestante e o diagnóstico precoce dos distúrbios cardíacos fetais é importante por determinar redução na morbimortalidade do binômio mãe e filho. Trata-se de estudo de caráter observacional, retrospectivo com amostra de conveniência. No período de janeiro de 2003 a dezembro de 2007, foram investigados no Hospital das Clínicas - UFMG 100 gestantes diabéticas e seus conceptos com o objetivo de determinar a prevalência e época do diagnóstico de cardiopatias funcionais e estruturais nos fetos das gestantes diabéticas pela Dopplerecocardiografia fetal, bem como relacionar o acometimento cardíaco fetal com a gravidade do diabetes materno. Para a análise estatística foram utilizados o teste do qui-quadrado e o teste de Fisher com nível de significância < 0,05. A média da idade materna foi 29,7±6,9 anos e a média da idade gestacional no diagnóstico das cardiopatias foi 26,9±4,7 semanas. Das 100 gestantes avaliadas, 16 apresentaram fetos com cardiopatias estruturais. A comunicação interventricular foi a cardiopatia estrutural mais frequente registrada em 14/16 (87,5%). A maior parte dos diagnósticos de cardiopatia estrutural foi realizada antes da 26a semana de gestação. A prevalência de miocardiopatia hipertrófica encontrada foi 42/100. Sete dos 42 fetos com miocardiopatia hipertrófica apresentavam cardiopatia estrutural associada (16,7%), sendo também a comunicação interventricular a mais prevalente com percentual de 5/7 (71,5%). Cinco dos 100 fetos apresentaram malformações/ alterações extracardíacas associadas a algum distúrbio cardíaco. A gravidade da doença materna, representada pelo uso de insulina pela mãe foi associada à presença de miocardiopatia hipertrófica. Esta esteve presente em 29/49 (59%) gestações em que foi necessário o uso do medicamento, comparada a 13/51 (25%) das gestações que não o utilizaram, diferença estatisticamente significante (p=0,001). Conclusões: a presença de miocardiopatia hipertrófica fetal foi associada à gravidade do diabetes materno e a elevada prevalência de miocardiopatia hipertrófica e de cardiopatias estruturais fetais observadas nesta série reiteram a importância de encaminhamento precoce de todas as gestantes diabéticas, principalmente as que necessitam de insulina, para avaliação de Dopplerecocardiograma fetal e acompanhamento evolutivo. Desta maneira pode-se fazer uma programação das condutas pré e pós-natal e atuação da equipe multidisciplinar.
local.publisher.initialsUFMG

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