Grafias da metamorfose na poesia de Herberto Helder
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Maria Zilda Ferreira Cury
Joana Matos Frias
Joana Matos Frias
Resumo
A poesia de Herberto Helder dialoga com preceitos formais das escolas vanguardistas e, ao mesmo tempo, dilui a tradição no fluxo e no ritmo de um movimento de ressignificação. Devir esse que comporta nascimento, morte e renascimento em um dinâmico retorno em espiral que se estabelece pela diferença, seja esse da palavra, da imagem ou do próprio poema, de modo que este, por comportar todos os deslocamentos e transformações possíveis, assume a condição de corpo orgânico e também de mundo. Tal estilo culmina em divergências entre os críticos que, de um modo geral, na tentativa de explicar as complexas relações de sentido em HH, dividem-se pela concepção de uma poética obscura e, portanto, inacessível, e pela defesa de uma poesia do devir e da ressignificação.
Abstract
The poetry of Herbert Helder dialogues whith formal precept's from avant-guard schools and, meanwhile, dilutes the tradition in the flow and rhythm of a resignification movement. Flow that embraces birth, death and rebirth in a dynamic return spiral that is established by the difference, in the word, picture or poem itself, so that, by containing all possible displacements and transformations, assumes the status of organic body and world. This style culminated in disagreements among critics that, in general, in the attempt to explain the complex relationships of meaning in HH, are divided between conception of an obscure poetic and, therefore, inaccessible, and the defense of poetry of flow and resignification.
Assunto
Metamorfose na literatura, Helder, Herberto, 1930- Crítica e interpretação
Palavras-chave
Corpo, Poema, Mundo, Devir, Metamorfose