Condições de saúde autorreferidas por docentes e técnico-administrativos de uma universidade pública

dc.creatorJanaina Maria Setto
dc.creatorPalmira de Fátima Bonolo
dc.creatorSylvia do Carmo Castro Franceschini
dc.creatorMaria das Graças Braga Ceccato
dc.creatorSílvia Nascimento Freitas
dc.date.accessioned2025-06-17T14:56:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:22Z
dc.date.available2025-06-17T14:56:50Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractINTRODUCTION: There is little information available about the health conditions of Brazilian workers, which makes it difficult to establish priorities for public policies, planning and implementing health actions. OBJECTIVE: To characterize the health conditions self-reported by teachers and technical-administrative staff at a public university in the southeastern region. METHODS: Cross-sectional study, descriptiveanalytical approach, carried out at a public university in the southeastern region, from july to august 2012. For continuous variables, Student's t-test or Mann-Whitney was used; for categorical variables, Pearson's chi-square test, with 95,0% confidence intervals; adopting 5% as significance. The sociodemographic variables, health and working conditions of the civil servants were collected from the secondary database of the Institution's Office of Community Affairs, created from a semi-structured questionnaire. RESULTS: 815 civil servants (347 teachers and 468 technical-administrative) participated in the study, aged between 20 and 65 years. It is observed that teachers (79.3%) had a higher prevalence of diseases, however, technical-administrative staff had a higher frequency of medical certificate, hospitalization and accidents at work. CONCLUSION: This study indicated that the category of civil servant, sex, age group and job dissatisfaction were associated with chronic noncommunicable diseases (NCDs), infectious/parasitic diseases, medical certificate, hospitalization, work accidents and adherence to vaccination against tetanus and yellow fever.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.5935/2238-3182.20200058
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83000
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde ocupacional
dc.subjectDoenças não transmissíveis
dc.subjectAtenção à saúde
dc.subjectPromoção da saúde
dc.subjectDocentes
dc.subjectEmpregados do governo
dc.subject.otherNível de saúde
dc.subject.otherSaúde do trabalhador
dc.subject.otherDoença crônica
dc.titleCondições de saúde autorreferidas por docentes e técnico-administrativos de uma universidade pública
dc.title.alternativeSelf-reported health conditions by professors and technical and administrative staff of a public university
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issueE3011
local.citation.spage1
local.citation.volume30
local.description.resumoINTRODUÇÃO: São poucas as informações disponíveis sobre as condições de saúde do trabalhador brasileiro, o que dificulta o estabelecimento de prioridades para políticas públicas, planejamento e implementação de ações de saúde. OBJETIVO: Caracterizar as condições de saúde autorreferidas por docentes e técnico-administrativos de uma universidade pública da região sudeste. MÉTODOS: Estudo transversal, abordagem descritivo-analítica, realizado em uma universidade pública da região sudeste, no período de julho a agosto de 2012. Para as variáveis contínuas, utilizou-se o teste t de Student ou Mann-Whitney; para variáveis categóricas o teste do qui-quadrado de Pearson, com Intervalos de Confiança de 95,0%; adotando-se 5% como significância. Avaliou-se as variáveis sociodemográficas, as condições de saúde e de trabalho dos servidores, coletadas do banco de dados secundário da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários da Instituição, criado a partir de questionário semiestruturado. RESULTADOS: Participaram do estudo 815 servidores (347 docentes e 468 técnico-administrativos), faixa etária de 20 a 65 anos. Observa-se que os docentes (79,3%) apresentaram maior prevalência de doenças, contudo, os técnico-administrativos apresentaram maior frequência de atestado médico, hospitalização e acidentes de trabalho. CONCLUSÃO: Este estudo indicou que a categoria do servidor, sexo, faixa etária e insatisfação no trabalho tiveram associação com doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), doenças infecciosas/parasitárias, atestado médico, hospitalização, acidentes de trabalho e adesão à vacinação contra tétano e febre amarela.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rmmg.org/Sumario/211

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