Analysis of potential drug interactions in brazilian mental health services: prevalence and associated factors

dc.creatorSarah Nascimento Silva
dc.creatorMarina Guimarães Lima
dc.creatorCristina Mariano Ruas
dc.date.accessioned2024-02-19T16:47:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:42:02Z
dc.date.available2024-02-19T16:47:58Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractBackground: Na área da saúde mental é frequentemente observada a polifarmácia psicotrópica, um importante fator de risco para a ocorrência de interações medicamentosas. Objetivo: Identificar potenciais interações medicamentosas nas prescrições de usuários de serviços de saúde mental e descrever os fatores associados. Métodos: Estudo transversal realizado em 11 serviços. Os dados sociodemográficos e informações sobre o uso de medicamentos foram obtidos por meio de entrevistas com usuários, análise de prescrições e prontuários, por meio de questionário semiestruturado. Potenciais interações medicamentosas foram identificadas por meio do banco de dados Micromedex, a associação com características sociodemográficas e aspectos relacionados aos medicamentos prescritos foram analisadas por meio da razão de prevalência. Resultados: O número de medicamentos prescritos variou de 0 a 9, com média de 3,38 (DP=1,76) por usuário, sendo os mais prescritos haloperidol (12,3%), clonazepam (8,2%) e biperideno (7,9%). A proporção de interações considerando o número de usuários entrevistados foi de 35,1%. As interações potenciais mais frequentes foram haloperidol e fluoxetina (9,1%); haloperidol e carbamazepina (8,8%); e carbamazepina e clorpromazina (5,9%). A maior razão de prevalência (RP) para ocorrência de interações potenciais foi em mulheres (RP=1,36; IC 95%: 1,08:1,71), usuárias que relataram uso indevido de medicamentos (RP=1,36; IC 95%: 1,07:1,72) e aqueles com mais de 5 medicamentos prescritos (RP=1,87; IC 95%: 1,49:2,33). Conclusão: Potenciais interações medicamentosas foram observadas em mais de um terço dos usuários dos serviços de saúde mental brasileiros. O perfil das interações detectadas poderá orientar o acompanhamento farmacoterapêutico dos usuários prioritários e auxiliar a equipe multidisciplinar na identificação de sinais e sintomas que podem influenciar no tratamento dos usuários.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.5530/jyp.2018.10.52
dc.identifier.issn0975-1505
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/64221
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofJournal of young pharmacists
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInterações medicamentosas
dc.subjectPrescrições de medicamentos
dc.subjectPsicotrópicos
dc.subjectSaúde mental
dc.subjectServiços de saúde mental
dc.subject.otherDrug interactions
dc.subject.otherDrug prescriptions
dc.subject.otherPsychotropic drugs
dc.subject.otherMental health
dc.subject.otherMental health services
dc.titleAnalysis of potential drug interactions in brazilian mental health services: prevalence and associated factors
dc.title.alternativeAnálise das potenciais interações medicamentosas nos serviços de saúde mental brasileiros: prevalência e fatores associados
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage240
local.citation.issue2
local.citation.spage237
local.citation.volume10
local.description.resumoBackground: In the mental health field, the psychotropic polypharmacy is frequently observed, a significant risk factor for the occurrence of drug interactions. Objective: Identify potential drug interactions on the prescriptions of mental health services users and describe the associated factors. Methods: A cross-sectional study was conducted in 11 services. Sociodemographic data and information about the use of drug were obtained through interviews of users, analysis of prescriptions and medical charts, using a semi-structured questionnaire. Potential drug interactions were identified using the Micromedex® database, the association with sociodemographic characteristics and aspects related to the medicines prescribed were analyzed using the prevalence ratio. Results: The number of medicines prescribed ranged from 0 to 9, with an average of 3.38 (SD=1.76) per user, the most prescribed being haloperidol (12.3%), clonazepam (8.2%) and biperiden (7.9%). The proportion of interactions considering the number of users interviewed was 35.1%. The most frequent between potential interactions were haloperidol and fluoxetine (9.1%); haloperidol and carbamazepine (8.8%); and carbamazepine and chlorpromazine (5.9%). The highest prevalence ratio (PR) for the occurrence of potential interactions was in women (PR=1.36; 95% CI 1.08:1.71), users who had reported improper medicine use (PR=1.36; 95% CI: 1.07:1.72) and those with more than 5 prescribed medicines (PR=1.87; 95% CI: 1.49:2.33). Conclusion: Potential drug interactions were observed in more than one-third of the user’s Brazilian mental health services. The profile of interactions detected could guide the pharmacotherapeutic follow-up of priority users, and help the multidisciplinary team identify signs and symptoms that can influence the treatment of users.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1087-9819
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0959-3079
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0275-8416
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://jyoungpharm.org/article/1142

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