Sequestro da subjetividade: compreendendo a essência da produção e apropriação da subjetividade do trabalhador e da trabalhadora
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
O conceito Sequestro da Subjetividade (Faria, 2003) vem sendo alvo de discussão nos
últimos cinco anos em todos os congressos em que os pesquisadores do grupo de pesquisa
Economia Política do Poder em Estudos Organizacionais (EPPEO) e Núcleo de Estudos
Críticos Trabalho e Marxologia (Nec-TraMa) se encontram. Muitas reflexões já
resultaram desses debates e, esse diálogo segue neste texto cujo cerne da questão repousa
na defesa da seguinte tese: a descrição do que é nominado sequestro da subjetividade é a
aparência do fenômeno, na essência trata-se da produção de uma subjetividade
correspondente ao modo de produção metabólico do capital e de sua apropriação
privada. Deste modo, o objetivo deste ensaio é discutir o conceito "sequestro da
subjetividade" a partir da concepção de subjetividade marxiana, pois apenas no
estabelecimento dessa relação será possível compreender a essência da produção da
subjetividade sob o capital. Após apresentar a concepção de subjetividade em Marx e o
desenvolvimento particular da subjetividade no sociometabolismo do capital, bem como
discutir o texto de Faria e Meneghetti (2007) propriamente dito, será possível finalizar
demonstrando a necessidade de superar a aparência do real expresso no conceito sequestro
da subjetividade para compreender que a única forma de libertação do trabalhador é pela
superação da auto-alienação do trabalho, pois no sociometabolismo do capital não há
liberdade.
Abstract
Assunto
Subjetividade, Administração
Palavras-chave
Sequestro da subjetividade, Alienação-Estranhamento, Objetividade- Subjetividade, Luta de Classes, Classes Sociais