Sequestro da subjetividade: compreendendo a essência da produção e apropriação da subjetividade do trabalhador e da trabalhadora

dc.creatorDeise Luiza da Silva Ferraz
dc.creatorJosé Henrique de Faria
dc.date.accessioned2022-09-09T14:02:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:40:29Z
dc.date.available2022-09-09T14:02:50Z
dc.date.issued2017-04
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45042
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofColóquio De Epistemologia E Sociologia Da Ciência Da Administração
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSubjetividade
dc.subjectAdministração
dc.subject.otherSequestro da subjetividade
dc.subject.otherAlienação-Estranhamento
dc.subject.otherObjetividade- Subjetividade
dc.subject.otherLuta de Classes
dc.subject.otherClasses Sociais
dc.titleSequestro da subjetividade: compreendendo a essência da produção e apropriação da subjetividade do trabalhador e da trabalhadora
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue6
local.description.resumoO conceito Sequestro da Subjetividade (Faria, 2003) vem sendo alvo de discussão nos últimos cinco anos em todos os congressos em que os pesquisadores do grupo de pesquisa Economia Política do Poder em Estudos Organizacionais (EPPEO) e Núcleo de Estudos Críticos Trabalho e Marxologia (Nec-TraMa) se encontram. Muitas reflexões já resultaram desses debates e, esse diálogo segue neste texto cujo cerne da questão repousa na defesa da seguinte tese: a descrição do que é nominado sequestro da subjetividade é a aparência do fenômeno, na essência trata-se da produção de uma subjetividade correspondente ao modo de produção metabólico do capital e de sua apropriação privada. Deste modo, o objetivo deste ensaio é discutir o conceito "sequestro da subjetividade" a partir da concepção de subjetividade marxiana, pois apenas no estabelecimento dessa relação será possível compreender a essência da produção da subjetividade sob o capital. Após apresentar a concepção de subjetividade em Marx e o desenvolvimento particular da subjetividade no sociometabolismo do capital, bem como discutir o texto de Faria e Meneghetti (2007) propriamente dito, será possível finalizar demonstrando a necessidade de superar a aparência do real expresso no conceito sequestro da subjetividade para compreender que a única forma de libertação do trabalhador é pela superação da auto-alienação do trabalho, pois no sociometabolismo do capital não há liberdade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG

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