Desigualdades sociodemográficas e assistenciais das orientações recebidas no cuidado pré-natal pelas mulheres brasileiras
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Primeiro orientador
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Resumo
Objetivo: estimar a prevalência das orientações recebidas durante o pré-natal e verificar se
características sociodemográficas e assistenciais estão associadas ao recebimento dessas
orientações pelas mulheres brasileiras. Métodos: estudo transversal que utilizou dados
provenientes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013 e 2019. Foram estudadas mulheres
de 18 a 49 anos que realizaram pré-natal, 1.851 em 2013 e 2.819 em 2019. Estimou-se as
prevalências com seus intervalos de 95% de confiança das diferentes orientações. Em seguida,
estimou-se as prevalências, razão de prevalência não ajustada e intervalo de 95% de confiança
segundo as variáveis sociodemográficas e assistenciais. Resultados: observou-se prevalências
entre 70 a 90% das orientações recebidas durante o pré-natal, porém em níveis inferiores para
as orientações específicas do ciclo gravídico-puerperal, e ao se considerar variáveis
sociodemográficas e assistenciais. Conclusões: as orientações estão sendo realizadas pelos
profissionais, mas há iniquidades dessa assistência. Também há necessidade de maior
envolvimento do enfermeiro na oferta das orientações tendo em vista o seu o papel de educador
e promotor da saúde.
Abstract
Assunto
Educação em Saúde, Cuidado Pré-Natal, Fatores Socioeconômicos, Saúde da Mulher, Enfermeiras e Enfermeiros
Palavras-chave
educação em saúde, cuidado pré-natal, fatores socioeconômicos, saúde da mulher, enfermeiras e enfermeiros