Desigualdades sociodemográficas e assistenciais das orientações recebidas no cuidado pré-natal pelas mulheres brasileiras

dc.creatorAna Clara Alves Tomé de Souza
dc.date.accessioned2023-05-05T12:47:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:49:52Z
dc.date.available2023-05-05T12:47:22Z
dc.date.issued2022-03-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52845
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação em Saúde
dc.subjectCuidado Pré-Natal
dc.subjectFatores Socioeconômicos
dc.subjectSaúde da Mulher
dc.subjectEnfermeiras e Enfermeiros
dc.subject.othereducação em saúde
dc.subject.othercuidado pré-natal
dc.subject.otherfatores socioeconômicos
dc.subject.othersaúde da mulher
dc.subject.otherenfermeiras e enfermeiros
dc.titleDesigualdades sociodemográficas e assistenciais das orientações recebidas no cuidado pré-natal pelas mulheres brasileiras
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Mariana Santos Felisbino Mendes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5074825535350952
local.description.resumoObjetivo: estimar a prevalência das orientações recebidas durante o pré-natal e verificar se características sociodemográficas e assistenciais estão associadas ao recebimento dessas orientações pelas mulheres brasileiras. Métodos: estudo transversal que utilizou dados provenientes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013 e 2019. Foram estudadas mulheres de 18 a 49 anos que realizaram pré-natal, 1.851 em 2013 e 2.819 em 2019. Estimou-se as prevalências com seus intervalos de 95% de confiança das diferentes orientações. Em seguida, estimou-se as prevalências, razão de prevalência não ajustada e intervalo de 95% de confiança segundo as variáveis sociodemográficas e assistenciais. Resultados: observou-se prevalências entre 70 a 90% das orientações recebidas durante o pré-natal, porém em níveis inferiores para as orientações específicas do ciclo gravídico-puerperal, e ao se considerar variáveis sociodemográficas e assistenciais. Conclusões: as orientações estão sendo realizadas pelos profissionais, mas há iniquidades dessa assistência. Também há necessidade de maior envolvimento do enfermeiro na oferta das orientações tendo em vista o seu o papel de educador e promotor da saúde.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica

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