Da compatibilidade entre ontologia, antirrealismo e naturalismo na filosofia de Nietzsche.

Carregando...
Imagem de Miniatura

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

Descrição

Tipo

Tese de doutorado

Título alternativo

Primeiro orientador

Membros da banca

William Mattioli
Richard Fonseca
Jose Nicolau Julião
Eduardo Soares Neves Silva

Resumo

Este trabalho tem um argumento principal: a filosofia de Nietzsche é coerente porque naturalismo, antirrealismo e ontologia são complementares. Essa coerência não é explícita e muitos intérpretes apresentaram soluções diferentes para as dificuldades. No primeiro capítulo são apresentados os limites de algumas interpretações relevantes. Nos capítulos seguintes apresento uma leitura imanente de Humano, demasiado Humano e de Além do bem e do mal. As obras possuem diferenças, mas as formas de pensamento são complementares nas duas. Algumas reivindicações importantes justificam o argumento principal: (1) Nietzsche compreendeu que a naturalização da filosofia transcendental é incompatível com a defesa de um antirrealismo total; (2) não é possível entender a “teoria” do erro sem levar em consideração compromissos ontológicos específicos; (3) o naturalismo de Nietzsche é compatível com especulações ontológicas sobre a essência dos elementos últimos da realidade; (4) Nietzsche foi um defensor apaixonado do valor da verdade, das virtudes intelectuais e do método científico, mas nunca reproduziu um realismo ingênuo; (5) As reflexões epistemológicas, ontológicas e psicológicas estão intrinsecamente conectadas com o problema da formação do filósofo: Nietzsche deseja compatibilizar as virtudes da vida filosófica com as vantagens epistêmicas oferecidas pela cultura científica do seu tempo.

Abstract

Assunto

Palavras-chave

Naturalismo, Ontologia, Antirrrealismo

Citação

Endereço externo

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por