Da compatibilidade entre ontologia, antirrealismo e naturalismo na filosofia de Nietzsche.

dc.creatorRenan da Rocha Cortez
dc.date.accessioned2022-09-25T22:12:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:46Z
dc.date.available2022-09-25T22:12:41Z
dc.date.issued2020-02-14
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45511
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherNaturalismo
dc.subject.otherOntologia
dc.subject.otherAntirrrealismo
dc.titleDa compatibilidade entre ontologia, antirrealismo e naturalismo na filosofia de Nietzsche.
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Rogério Antônio Lopes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2684407226973550
local.contributor.referee1William Mattioli
local.contributor.referee1Richard Fonseca
local.contributor.referee1Jose Nicolau Julião
local.contributor.referee1Eduardo Soares Neves Silva
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0682286884014335
local.description.resumoEste trabalho tem um argumento principal: a filosofia de Nietzsche é coerente porque naturalismo, antirrealismo e ontologia são complementares. Essa coerência não é explícita e muitos intérpretes apresentaram soluções diferentes para as dificuldades. No primeiro capítulo são apresentados os limites de algumas interpretações relevantes. Nos capítulos seguintes apresento uma leitura imanente de Humano, demasiado Humano e de Além do bem e do mal. As obras possuem diferenças, mas as formas de pensamento são complementares nas duas. Algumas reivindicações importantes justificam o argumento principal: (1) Nietzsche compreendeu que a naturalização da filosofia transcendental é incompatível com a defesa de um antirrealismo total; (2) não é possível entender a “teoria” do erro sem levar em consideração compromissos ontológicos específicos; (3) o naturalismo de Nietzsche é compatível com especulações ontológicas sobre a essência dos elementos últimos da realidade; (4) Nietzsche foi um defensor apaixonado do valor da verdade, das virtudes intelectuais e do método científico, mas nunca reproduziu um realismo ingênuo; (5) As reflexões epistemológicas, ontológicas e psicológicas estão intrinsecamente conectadas com o problema da formação do filósofo: Nietzsche deseja compatibilizar as virtudes da vida filosófica com as vantagens epistêmicas oferecidas pela cultura científica do seu tempo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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