Impacto da Existência de Múltiplas Isoformas da Proteína RAD51D na Avaliação da Conservação Evolutiva dos Resíduos de Aminoácidos e, consequentemente, na Classificação de suas Variantes Genéticas quanto à Patogenicidade

dc.creatorSARAH APARECIDA SOARES DE OLIVEIRA HENZ
dc.date.accessioned2025-09-04T14:26:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:30:41Z
dc.date.available2025-09-04T14:26:20Z
dc.date.issued2025-07-04
dc.description.abstractThe RAD51D gene is involved in the repair pathways of double-strand breaks in DNA during replication and is part of the BRCA1 and BRCA2 gene pathways. Pathogenic genetic variants in RAD51D have been associated with breast and ovarian cancers and have high penetrance. Classification of genetic variants according to pathogenicity is essential, as it allows guiding clinical conduct. Genetic variants are classified as benign (B), probably benign (PB), variants of uncertain significance (VUS), probably pathogenic (PP), or pathogenic (P). The main criteria for classifying a genetic variant are: 1. involvement of the gene with the phenotype; 2. allele frequency of the variant in the general population and patient samples; 3. evolutionary conservation of the residue (amino acid) affected by the variant; 4. predicted functional impact on RNA and protein levels; 5. Variant segregation in families and functional studies evaluating the impacts of the variant. The existence of isoforms makes it difficult to assess the evolutionary conservation of residues, since multiple alignment programs (e.g., BLAST and CLUSTAL Omega) do not separate isoforms before performing the alignment. RAD51D has at least 8 protein isoforms and the presence of these isoforms, or which one is the canonical isoform, varies according to the species/class. The objective of the present study is to evaluate the evolutionary conservation of each residue of the human canonical isoform of the RAD51D protein and other clinically or evolutionarily relevant isoforms.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84850
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGenética
dc.subjectMutações genéticas
dc.subjectSíndrome Hereditária de Câncer de Mama e Ovário
dc.subject.otherRAD51D
dc.subject.othercâncer
dc.subject.otherconservação evolutiva
dc.titleImpacto da Existência de Múltiplas Isoformas da Proteína RAD51D na Avaliação da Conservação Evolutiva dos Resíduos de Aminoácidos e, consequentemente, na Classificação de suas Variantes Genéticas quanto à Patogenicidade
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Raquel Santos Carvalho
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6744869566831263
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6210516129843253
local.description.resumoO gene RAD51D está envolvido nas vias de reparo das quebras da dupla fita de DNA durante a replicação, fazendo parte das vias dos genes BRCA1 e BRCA2. Variantes genéticas patogênicas em RAD51D têm sido associadas aos cânceres de mama e de ovário e apresentam alta penetrância. A classificação das variantes genéticas quanto à patogenicidade é fundamental, pois permite nortear as condutas clínicas. Variantes genéticas são classificadas em benignas (B), provavelmente benignas (PB), variantes de significado incerto (VUS), provavelmente patogênicas (PP) ou patogênicas (P). Os principais critérios para classificação de uma variante genética são: 1. envolvimento do gene com o fenótipo; 2. frequência alélica da variante na população em geral e em amostras de pacientes; 3. Conservação evolutiva do resíduo (aminoácido) afetado pela variante; 4. Impacto funcional predito nos níveis de RNA e proteína; 5. segregação da variante em famílias e estudos funcionais avaliando o impacto da variante. A existência de isoformas dificulta a avaliação da conservação evolutiva dos resíduos, uma vez que os programas de alinhamento múltiplo (por exemplo, BLAST e CLUSTAL Omega) não separam as isoformas antes de fazerem o alinhamento. O RAD51D apresenta pelo menos 8 isoforma proteícas e a presença destas isoformas, ou qual é a isoforma canônica, varia conforme a espécie/classe. O objetivo do presente estudo é avaliar a conservação evolutiva de cada resíduo da isoforma canônica humana da proteína RAD51D, e outras isoformas relevantes clínica ou evolutivamente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA GERAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Genética

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