Composição demográfica domiciliar e dinâmica do uso do solo em Machadinho d’Oeste, Rondônia: evidências baseadas nos estágios iniciais da fronteira

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Resumo

Vários estudos sugerem a importância da mudança na composição demográfica domiciliar sobre a demanda e o uso da terra em fronteiras agrícolas. A maioria desses estudos, no entanto, analisa essa relação em estágios mais avançados do desenvolvimento das fronteiras, produzindo evidências conflitantes sobre o papel dos determinantes populacionais. Este artigo examina os efeitos da composição demográfica domiciliar (ciclo de vida domiciliar) e do tempo na propriedade (ciclo no lote) sobre a dinâmica de uso do solo em pequenas propriedades rurais em Machadinho d’Oeste, Rondônia. Foram utilizados dados de uma pesquisa censitária sobre os colonos do projeto de assentamento original, para 1987 e 1995. A relação entre os ciclos e as classes de uso do solo foi analisada por meio de modelos de regressão Beta e de Dirichlet. Observou-se uma relação consistente entre oferta de trabalho familiar e estoque desmatado no nível da propriedade rural. O tempo na propriedade também se mostrou associado ao desmatamento, embora seu efeito não linear sugira a experimentação com o ambiente biofísico local. Sugere-se que os efeitos do ciclo de vida e no lote se autodeterminam nos estágios iniciais da fronteira, indicando a importância dos efeitos da composição demográfica sobre a dinâmica de uso da terra.

Abstract

Assunto

Amazônia - Fronteiras, Desmatamento - Amazônia, Desmatamento - Amazônia

Palavras-chave

Amazônia brasileira, Fronteira, Ciclo de vida domiciliar, Ciclo de vida do lote, Desmatamento, Machadinho d’Oeste

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https://rebep.emnuvens.com.br/revista/article/view/1073

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