Diálogos teóricos sobre a constituição do ser jovem/ser aluno

dc.creatorMaria Regina dos Santos
dc.date.accessioned2023-07-10T12:14:39Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:21Z
dc.date.available2023-07-10T12:14:39Z
dc.date.issued2012-07-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/55980
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherJuventude
dc.subject.otherEscola
dc.subject.otherCultura
dc.subject.otherProdução social
dc.titleDiálogos teóricos sobre a constituição do ser jovem/ser aluno
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria Zenaide Alves
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3909032857907662
local.contributor.referee1Shirlei Rezende Sales
local.contributor.referee1Renata Silva Bergo
local.description.resumoCom o olhar antropológico sobre a constituição do ser jovem/ser aluno, este Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo a análise teórica dos sujeitos jovens na relação com a escola. Sustenta o caráter teórico conceitual deste diálogo com a temática da juventude contemporânea, a bibliografia discutida no Curso Juventude, Escola e Cultura - de modo especial - a produção acadêmica de Juarez Dayrell(2005,2007). O eixo teórico que o caracteriza são as discussões em torno das relações da cultura escolar com as culturas juvenis em seus conflitos e tensões. Ciente de que a escola é a principal responsável por produzir o aluno e sua subjetividade, se faz urgente pensar na contribuição que a mesma pode dar ao jovem ao possibilitar que ele se conheça mais (identidade) e se constitua amplamente como humano. Quando a escola deseja apenas o aluno e não dá visibilidade ao jovem, a instituição enfrenta inúmeros problemas. Ao reduzir os sujeitos a alunos (evidenciando neles só o aspecto cognoscente) a escola vive a sua lógica instrumental e torna-se ela mesma o centro. O desafio que está posto é o de trazer o sujeito para o eixo central da escola. Aprimorar o olhar sobre os alunos, compreendendo-os como sujeitos sócio-culturais, para assim superar a visão homogeneizante do aluno. Porque tal visão não cabe mais. Hoje a Antropologia nos indica a não existência de uma realidade dada e universal, tudo é visto como construção histórica, num outro momento e noutro modelo. Assim, os papéis de aluno e professor também não são dados, mas sim construídos nas relações de poder. Para dar outro significado tanto à escola quanto ao aluno, é preciso que muitos tenham acesso aos novos discursos que estão sendo produzidos nas universidades. Ser professor desses sujeitos implica em estar aberto à escuta, ao diálogo. São eles que podem e estão dizendo o tempo todo e todo o tempo quem são eles. Cabe ao professor (e à escola) tratá-los como eles são, não vê-los só como alunos, mas como jovens – sujeitos de direitos – em busca identitária e de autonomia. Portanto, é fundamental a aprendizagem da escolha porque implica em auto-conhecimento e reflexividade. E se a escola possibilitar no seu espaço a aprendizagem de relações coletivas, pensando sempre na perspectiva do sujeito, poderá imaginar e experimentar alternativas, e celebrar, inclusive, as diferenças. Que o diálogo e a escuta se tornem práticas pedagógicas permanentes, pois ambos são possibilitadores da construção, desconstrução e reconstrução de conceitos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Ensino na Educação Básica

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