“Só se eu estiver morrendo”: percepções de adolescentes acerca do acesso à Atenção Primária à Saúde

dc.creatorMariana Vasconcelos dos Santos
dc.date.accessioned2024-11-14T15:27:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:08:03Z
dc.date.available2024-11-14T15:27:15Z
dc.date.issued2024-05-16
dc.description.abstractThe purpose of this descriptive study is to listen to adolescents' perceptions about access to Primary Health Care. Data show that this public's demand for these services progresses at a slow pace, while self-assessment of their own health status seems to worsen. Still, reflections on access as a mere presence in Basic Health Units seem not to be sufficient to cover the problem. For this reason, elements about the territory and the violence that crosses it are included in the debate, since its effects are the main cause of death due to external factors in this life cycle. The adolescents' perceptions were collected in territories of the nine regions of the city of Belo Horizonte through the methodology of inventive groups. Their speeches about health, public policies, violence, territory and whatever they most wanted to share were recorded, and the material produced was categorized by themes and treated using Content Analysis. The conclusion points out distances, obstacles and paths constructed by adolescents in relation to PHC. The repercussions of the different types of violence, which occur interspersed with the tensions present in the territories, the lack of legitimacy attributed to adolescence and racism as a transversal violence stand out, while the articulation with other public policies presents itself as a way of rapprochement.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78055
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/pt/
dc.subjectAcessibilidade aos Serviços de Saúde
dc.subjectAdolescente
dc.subjectAtenção Primária à Saúde.
dc.subjectViolência
dc.subjectTerritório Sociocultural.
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherAdolescência
dc.subject.otherAcesso
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherViolência
dc.subject.otherTerritório
dc.title“Só se eu estiver morrendo”: percepções de adolescentes acerca do acesso à Atenção Primária à Saúde
dc.title.alternative“Only if I’m dying”: adolescents’ perceptions about the access to Primary Health Care
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Renato Diniz Silveira
local.contributor.advisor1Cristiane de Freitas Cunha Grillo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5192405148322932
local.contributor.referee1Sereno Sofia Gonçalves Repolês
local.contributor.referee1Cláudia Maria Generoso
local.contributor.referee1Renato Diniz Silveira
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/4483069723682761
local.description.resumoA proposta deste estudo descritivo é a escuta das percepções de adolescentes sobre o acesso à Atenção Primária à Saúde. Dados evidenciam que a procura desse público por estes serviços avança a passos lentos, enquanto a autoavaliação sobre o próprio estado de saúde parece piorar. Ainda assim, reflexões acerca do acesso como mera presença nas Unidades Básicas de Saúde parecem não ser suficientes para abarcar o problema. Por este motivo, elementos sobre o território e a violência que o atravessa são incluídos no debate, uma vez que seus efeitos repercutem como principal causa de morte por fatores externos neste ciclo de vida. As percepções dos adolescentes foram recolhidas em territórios das nove regionais da cidade de Belo Horizonte por meio da metodologia de grupos inventivos. Suas falas acerca da saúde, políticas públicas, violências, território e sobre o que mais desejassem compartilhar foram registradas, e o material produzido categorizado por temas e tratado mediante a Análise de Conteúdo. A conclusão aponta distâncias, obstáculos e caminhos construídos pelos adolescentes em relação à APS. As repercussões dos diversos tipos de violência, que se instalam entremeadas às tensões presentes nos territórios, a carência de legitimidade atribuída à adolescência e o racismo como violência transversal se destacam, enquanto a articulação com outras políticas públicas se apresenta como via de aproximação.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Promoção de Saúde e Prevenção da Violência

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