Vai-vem mareta: notas sobre ciências do rio Peruaçu

dc.creatorIsabela Oliveira Izidoro
dc.date.accessioned2022-12-19T22:45:44Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:46:48Z
dc.date.available2022-12-19T22:45:44Z
dc.date.issued2022-10-07
dc.description.abstractIn a scenario of climate collapse, mass extinctions, and the increasing of historical violence against territories, people, animals and plants of the countryside, forest and water, this study seeks to learn the sciences of environments in the company of the beings that inhabit them. Along the Peruaçu River, a tributary of the São Francisco, in northern Minas Gerais, Brasil, and despite the impossibility of being in the field for most of the research due to the Covid-19 pandemic, I’ve worked in two ways: listening to, transcribing and editing classes, workshops, and other verbal communications as an important tool for studying and theoretical deepening; and shared research with interlocutors from the Peruaçu Valley, with whom I devise experiments, among them the game Temporão, shared in March 2022 with schools in the region, and walks around the watershed in March, July and August 2022. The writing is structured through walks accompanied by river-beings, based on the multispecies alliances that make possible different ways of creating worlds in Peruaçu, intending to generate a polyphonic text as a way to circulate the research in the territory where it takes place. Throughout the master’s degree, it becomes evident that the sciences of the Peruaçu River are not only in its ravines, banks, and riverbed; but also in the kitchens, cisterns, filters, gardens, and wherever else women are in their daily work with the land, the plants, the waters, and the family and neighborhood’s health.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48225
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectOcupação territorial
dc.subjectAntropologia
dc.subjectRelações de gênero
dc.subjectEspaço (Arquitetura)
dc.subject.otherAprendizagem multiespécie
dc.subject.otherVale do Peruaçu
dc.subject.otherCaminhada
dc.subject.otherCultivo no Cerrado
dc.titleVai-vem mareta: notas sobre ciências do rio Peruaçu
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Renata Moreira Marquez
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5169720837544771
local.contributor.referee1Ana Maria Rabelo Gomes
local.contributor.referee1Zoy Anastassakis
local.contributor.referee1Rebeca Cássia de Andrade
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2097864795439205
local.description.resumoNum contexto de colapso climático, extinções em massa e agravamento das violências históricas contra territórios, gentes, bichos e plantas do campo, da floresta e das águas, esta pesquisa busca aprender as ciências dos espaços em companhia dos seres que os habitam. Junto ao rio Peruaçu, afluente do São Francisco, no norte de Minas Gerais, e driblando a impossibilidade de estar em campo na maior parte da pesquisa em função da pandemia da Covid-19, trabalho em dois caminhos: escuta, transcrição e edição de aulas, oficinas e outras comunicações orais como importante meio de estudo e aprofundamento teórico; e pesquisa compartilhada com interlocutoras do Vale do Peruaçu, com as quais elaboro experimentos, dentre eles o jogo Temporão, partilhado com escolas da região em março de 2022, e caminhadas pela bacia hidrográfica em março, julho e agosto de 2022. A escrita se estrutura por meio de caminhadas acompanhadas dos seres-rio, a partir das alianças multiespécies que tornam possíveis diferentes modos de criar mundos no Sertão, no intuito de gerar um texto polifônico e que seja forma de fazer circular a pesquisa no território onde se dá. Ao longo do mestrado, se evidencia que as ciências do rio Peruaçu estão não somente em seus barrancos, margens e leito; mas também nas cozinhas, cisternas, filtros, hortas e onde mais as mulheres estão em seu trabalho cotidiano com a terra, as plantas, as águas e a saúde da família e da vizinhança.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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