Avaliação do potencial de transmissibilidade de leishmaniose visceral em primatas-não-humanos de cativeiro da região metropolitana de Belo Horizonte – MG

dc.creatorAyisa Rodrigues de Oliveira
dc.date.accessioned2019-12-13T14:22:49Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:24:03Z
dc.date.available2019-12-13T14:22:49Z
dc.date.issued2019-01-30
dc.description.abstractLeishmaniasis is a zoonotic disease of worldwide relevance. In Brazil, visceral leishmaniasis is endemic and caused by Leishmania infantum (synonym Leishmania chagasi) with Lutzomyia longipalpis being the most important invertebrate vector. Non-human primates can be infected with L. infantum, however, little is known about the role of these species as reservoirs. Fifty two non-human primates kept in captivity in Belo Horizonte, an endemic area for visceral leishmaniasis, were subjected to xenodignosis. Anti-Leishmania serologic tests were performed on all animals included in the study. Sand flies fed on all animals were tested by qPCR to identify and quantify L. infantum promastigotes. Eight of the 52 non-human primates were positive by xenodiagnosis, including three Pan troglodytes, three Leontopithecus rosalia, one Sapajus apella, and one Miopithecus talapoin, and seven of them were also positive at serology. Estimated numbers of 5.67 to 1,181.93 promastigotes/μg of DNA were observed. Positive animals had higher levels of IgG anti-Lu. longipalpis saliva when compared to negative animals, prior to xenodiagnosis. Captive non-human primates are capable of infecting Lu. longipalpis with L. infantum, been a potential reservoir and possible playing a role in the maintenance of this agent in the environment in endemic areas. Our findings also demonstrate the relevance of non-human primates as sentinels to zoonotic diseases. This study has implications for public health strategies and under a conservation medicine perspective.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/31545
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectZoonoses
dc.subject.otherxenodiagnóstico
dc.subject.otherleishmaniose
dc.subject.otherflebotomíneos
dc.subject.otherzoonoses
dc.subject.otheranimais selvagens
dc.titleAvaliação do potencial de transmissibilidade de leishmaniose visceral em primatas-não-humanos de cativeiro da região metropolitana de Belo Horizonte – MG
dc.title.alternativeEvaluation of the transmissibility potential of visceral leishmaniasis in captive nonhuman primates in the metropolitan region of Belo Horizonte - MG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Tatiane Alves da Paixão
local.contributor.advisor1Renato de Lima Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2925730638533987
local.contributor.referee1Marcelo Pires Nogueira de Carvalho
local.contributor.referee1Edelberto Santos Dias
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9647718319141410
local.description.resumoA leishmaniose é uma zoonose de importância mundial. No Brasil, a leishmaniose visceral é uma doença endêmica, causada pela Leishmania infantum (sinonímia Leishmania chagasi) e transmitida principalmente pelo flebotomíneo da espécie Lutzomyia longipalpis. Primatas nãohumanos podem se infectar com L. infantum, porém, pouco se sabe sobre o papel dessas espécies como reservatórios. Neste estudo foi realizado xenodiagnóstico de 52 primatas não-humanos mantidos em cativeiro em Belo Horizonte, região endêmica para leishmaniose visceral. Todos os animais foram testados sorologicamente para leishmaniose e foi realizado qPCR nos flebotomíneos utilizados no xenodiagnóstico para a identificação e quantificação das promastigotas de L. infantum. Oito dos 52 primatas não-humanos foram positivos para L. infantum no xenodiagnóstico, incluindo três Pan troglodytes, três Leontopithecus rosalia, um Sapajus apella e um Miopithecus talapoin, dentre eles sete eram também sorologicamente positivos para Leishmania spp.. A quantidade de promastigotas/μg de DNA variou de 5,67 a 1.181,93. Os animais positivos também apresentaram maior titulação de IgG anti-saliva de Lu. longipalpis quando comparados com os animais negativos, antes da realização do xenodiagnóstico. As espécies de primatas-não-humanos estudadas se mostraram capazes de infectar flebotomíneos da espécie Lu. longipalpis com L. infantum, demonstrando um potencial como reservatório podendo atuar na manutenção deste agente em regiões endêmicas. Nossos achados também reforçam a importância dos primatas não-humanos como sentinelas de zoonoses e esse estudo tem importância direta com estratégias de saúde pública e na medicina da conservação.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9031-792X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVETER - ESCOLA DE VETERINARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
dissertaçao final - ayisa .pdf
Tamanho:
4.47 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: