“Tudo se mistura porque está tudo no mesmo patamar”: cenas violentas na escola contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e outras identidades
| dc.creator | Mateus Aparecido de Faria | |
| dc.creator | Celina Maria Modena | |
| dc.date.accessioned | 2022-03-10T18:45:33Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:52:02Z | |
| dc.date.available | 2022-03-10T18:45:33Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 15196186 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/39939 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Revista eletrônica espaço acadêmico | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Performatividades | |
| dc.subject | Interseccionalidade | |
| dc.subject | LGBT | |
| dc.subject | Escola | |
| dc.title | “Tudo se mistura porque está tudo no mesmo patamar”: cenas violentas na escola contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e outras identidades | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 161 | |
| local.citation.issue | 219 | |
| local.citation.spage | 150 | |
| local.citation.volume | 19 | |
| local.description.resumo | Esse artigo tem como objetivo analisar as violências contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e outras identidades, a partir de uma referencial teórico-conceitual pós-crítico. Constitui-se como pesquisa qualitativa, em que foram realizadas entrevistas presenciais com roteiro semiestruturado com nove pessoas, moradoras da Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG e do interior do estado, cujas identidades e orientações sexuais, unidas, formam um grupo heterogêneo e rico em trajetória. As análises foram empreendidas no sentido de compreender os discursos em seus contextos de produção e performatização. As cenas relatadas iniciam-se na infância e perpassam as fases de suas vidas, com grande ênfase na escola. Também diferenciam as violências ocorridas em espaços urbanos em comparação com rurais. Ademais, a interseccionalidade é evidenciada por diferenciações dos fluxos de poder que atravessam seus corpos. Por fim, a necessidade do reconhecimento das violências, com especial atenção às designações, faz-se pulsante na sobrevivência da comunidade. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/50050 |