Fundação dos objetos ideais e fenomenologia da expressão

dc.creatorLucas Antônio Pereira Morais
dc.date.accessioned2023-02-22T10:48:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:43Z
dc.date.available2023-02-22T10:48:53Z
dc.date.issued2022-07-18
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50264
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectFilosofia - Teses
dc.subjectFenomenologia - Teses
dc.subjectLinguagem - Teses
dc.subjectHusserl, Edmund, 1859-1938
dc.subjectMerleau-Ponty, Maurice, 1908-1961
dc.subject.otherEdmund Husserl
dc.subject.otherMerleau-Ponty
dc.subject.otherFenomenologia
dc.subject.otherExpressão
dc.subject.otherLinguagem
dc.subject.otherSignificado
dc.titleFundação dos objetos ideais e fenomenologia da expressão
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Alice Mara Serra
local.contributor.advisor-co1http://lattes.cnpq.br/6251667363100903
local.contributor.advisor1André Joffily Abath
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4938760014695877
local.contributor.referee1Claudinei Aparecido de Freitas da Silva
local.contributor.referee1Scheila Cristiane Thomé
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0815805896347536
local.description.embargo2024-07-18
local.description.resumoNesta pesquisa começo com as concepções da fenomenologia da expressão e do significado como concebida por Edmund Husserl nas suas Investigações Lógicas, para em seguida contrastar com as descrições da expressão em Merleau-Ponty, especificamente a partir das obras Fenomenologia da Percepção e da A Prosa do Mundo. No primeiro capítulo, mostro a rejeição de Husserl das teses do psicologismo para explicar a relação associativa entre os signos linguísticos e o significado; na qual o sentido afigura como uma espécie de objeto supraindividual, salvaguardando assim a validade ou possibilidade do conhecimento objetivo. A dificuldade será entender como esses objetos podem ser expressos e apreendidos nos atos de consciência individual. A solução será conceber a consciência como um conjunto de atos intencionais que por meio da sua relação com a intuição sensível, a encobre em uma síntese representativa, permitindo daí o enlace categorial das objetualidades e consequentemente a constituição da significação objetiva nas expressões. No segundo capítulo irei contrapor tal posição com a fenomenologia do sentido em Merleau-Ponty, segundo a qual a fixação do significado sob uma eidética acabaria por reduzir o ato expressivo enquanto um mero instrumento de acompanhamento da consciência. Em contrapartida, o que se propõe é que a fenomenologia deverá apresentar a sua crítica à consciência que visa fixar identidades absolutas nas expressões, e descrever o significado como emergindo das relações intersubjetivas da comunicação. Justamente porque o sentido é uma instituição coletivamente aberta e historicamente em disputa, sua constituição ocorre nas vivências de uso de seus falantes. A este respeito, a lógica do sentido não pode ser pura, mas uma lógica escorregadia de constante reversibilidade entre o eu, o outro e o mundo. No terceiro capítulo (apêndice) concluo com a crítica da consciência categorial que, ao mostrar a suposta afiguração dos objetos ideais nas expressões, inaugura uma consciência categorial resultante de um engaste objetivo e idealizado do que é intuído das vivências sensíveis.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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