Instituições federais de ensino: algumas notas à guisa da cultura e da gestão da jornada de trabalho de servidores públicos

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Resumo

A mudança da jornada de trabalho dos técnico-administrativos em educação (TAE’s) tem sido um tema constantemente reivindicado por eles nos últimos anos, e com isso cresce o embate esta categoria, as instituições e o governo federal. No entanto, já existem instituições que permitem a flexibilização de horário por acordos políticos informais internos, todavia, há outras que tentam implantar formalmente. Por sua vez os órgãos de controle intensificaram a fiscalização e consideram a regularização da jornada de trabalho de 6 horas como ilegais. O artigo aborda aspectos da cultura organizacional e de gestão de pessoas de universidades federais brasileiras e institutos federais. São identificados alguns traços culturais próprios do serviço público, como a burocracia, a meritocracia, a especialização, a informalidade e abordada a gestão de pessoas sob a delimitação da jornada de trabalho dos TAE’s. Por meio da análise de documentos sobre as práticas e demandas dos movimentos sociais em relação a flexibilização da jornada de 8 para 6 horas diárias são problematizadas as diferenças entre os valores esposados e os praticados. Considera-se que o Ministério da Educação brasileiro tem um grande desafio para consolidar uma cultura forte, seja na manutenção das regras atuais, seja no atendimento às reivindicações dos TAE’s.

Abstract

Assunto

Administração, Gestão de Pessoas, Instituições Federais de Ensino Superior, Cultura Organizacional, Jornada de Trabalho

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http://cidesp.com.br/index.php/Icidesp/1cidesp/paper/download/27/156

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