Instituições federais de ensino: algumas notas à guisa da cultura e da gestão da jornada de trabalho de servidores públicos

dc.creatorSuzana Tolfo
dc.creatorJoao Cesar de Freitas Fonseca
dc.creatorThiago Soares Nunes
dc.date.accessioned2022-08-10T20:57:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:09:01Z
dc.date.available2022-08-10T20:57:43Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2594-9551
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44163
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Internacional de Desempenho do Setor Público (CIDESP)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração
dc.subjectGestão de Pessoas
dc.subjectInstituições Federais de Ensino Superior
dc.subjectCultura Organizacional
dc.subjectJornada de Trabalho
dc.titleInstituições federais de ensino: algumas notas à guisa da cultura e da gestão da jornada de trabalho de servidores públicos
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage2710
local.citation.issue1
local.citation.spage2693
local.description.resumoA mudança da jornada de trabalho dos técnico-administrativos em educação (TAE’s) tem sido um tema constantemente reivindicado por eles nos últimos anos, e com isso cresce o embate esta categoria, as instituições e o governo federal. No entanto, já existem instituições que permitem a flexibilização de horário por acordos políticos informais internos, todavia, há outras que tentam implantar formalmente. Por sua vez os órgãos de controle intensificaram a fiscalização e consideram a regularização da jornada de trabalho de 6 horas como ilegais. O artigo aborda aspectos da cultura organizacional e de gestão de pessoas de universidades federais brasileiras e institutos federais. São identificados alguns traços culturais próprios do serviço público, como a burocracia, a meritocracia, a especialização, a informalidade e abordada a gestão de pessoas sob a delimitação da jornada de trabalho dos TAE’s. Por meio da análise de documentos sobre as práticas e demandas dos movimentos sociais em relação a flexibilização da jornada de 8 para 6 horas diárias são problematizadas as diferenças entre os valores esposados e os praticados. Considera-se que o Ministério da Educação brasileiro tem um grande desafio para consolidar uma cultura forte, seja na manutenção das regras atuais, seja no atendimento às reivindicações dos TAE’s.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENGENHARIA - ESCOLA DE ENGENHARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://cidesp.com.br/index.php/Icidesp/1cidesp/paper/download/27/156

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