Prazer e sofrimento no trabalho: um estudo com jovens aprendizes de Curitiba (PR)

dc.creatorKely Cesar Martins de Paiva
dc.creatorSamara de Menezes Lara
dc.creatorSilas Dias Mendes Costa
dc.creatorAmanda Gabriela Gomes
dc.creatorAndrea Leite Rodrigues
dc.date.accessioned2023-05-24T17:16:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:59Z
dc.date.available2023-05-24T17:16:00Z
dc.date.issued2018-10
dc.identifier.issn2177-2576
dc.identifier.sici1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53876
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro da ANPAD - EnANPAD
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMão-de-obra jovem
dc.subjectTrabalho
dc.subject.otherPsicodinâmica
dc.subject.otherPrazer
dc.subject.othersofrimento
dc.subject.otherJovens trabalhadores
dc.titlePrazer e sofrimento no trabalho: um estudo com jovens aprendizes de Curitiba (PR)
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage17
local.citation.issue42
local.citation.spage1
local.description.resumoEste estudo visou desvelar como acontecem vivências de prazer e de sofrimento no trabalho de jovens trabalhadores, público usualmente submetido a condições laborais precárias e mais passivo na cena organizacional. Para tanto, uma pesquisa descritivo-qualitativa foi operacionalizada por meio de entrevistas semi-estruturadas com 19 jovens trabalhadores, cujos relatos foram transcritos e submetidos à análise de conteúdo. O sentimento de prazer desses jovens está relacionado a: reconhecimento profissional; compartilhamento de experiências; referências profissionais pautadas nos exemplos dos colegas; e questões presentes nas interações socioprofissionais (contato com colegas, chefia e clientes; colaboração mútua; sentimento de utilidade; alcance de resultados atribuídos ao grupo de trabalho; valorização dos resultados). Já as percepções de sofrimento dos jovens relacionam- se ao esgotamento profissional devido a: insegurança sobre seu futuro na empresa; falta de reconhecimento tanto interno quanto externo; falta de atividades; atividades empobrecidas que não promovem aprendizagem. Foram mencionados custos afetivos (referentes a cobranças de metas, lidar com agressividade de outras pessoas, transgredir valores éticos, passar por constrangimentos diversos) e físicos (exigência de se ficar em pé o dia todo) no seu cotidiano
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.anpad.org.br

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