Racionalidade técnico-científica versus criatividade, ou algumas chaves para enfrentar o desconforto da arquitetura dentro da universidade contemporânea
| dc.creator | Maurício José Laguardia Campomori | |
| dc.date.accessioned | 2021-07-27T20:22:22Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:26:47Z | |
| dc.date.available | 2021-07-27T20:22:22Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 2358-6214 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/37034 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Estado da arte: | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Arquitetura | |
| dc.subject | Projeto arquitetônico | |
| dc.subject.other | Ensino de Arquitetura | |
| dc.subject.other | Criatividade | |
| dc.subject.other | Interdisciplinaridade | |
| dc.subject.other | Ensino de Projeto | |
| dc.title | Racionalidade técnico-científica versus criatividade, ou algumas chaves para enfrentar o desconforto da arquitetura dentro da universidade contemporânea | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.epage | 16 | |
| local.citation.issue | IV Enanparq - Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.description.resumo | Na universidade contemporânea, cursos, escolas e faculdades estão, em sua grande maioria, estabelecidas sobre um sistema que atribui prevalência aos modelos operativos da racionalidade técnica. A origem desse quadro remonta ao período compreendido entre 1850 e 1950, caracterizado por um enorme desenvolvimento do conhecimento formal de caráter técnico e científico. Coincide, também, com o período da criação de diversas universidades brasileiras e, dentro delas, cursos para a formação de profissionais especializados. Esses cursos iniciam uma natural busca por reconhecimento e legitimação. Ainda nesse momento os currículos de caráter mais normativo começam a ganhar espaço e o ideal cientificista que os preside incorpora a ideia de que a competência prática adquire maior status profissional quando é baseada num tipo de conhecimento sistematizado, reprodutível e passível de ser caracterizado como científico. Em suma, quanto maior o viés cientificista, maior o prestígio acadêmico – e profissional. Por outro lado, o trabalho do arquiteto tende a ser caracterizado como um trabalho criativo, de invenção, delimitado e estimulado por um processo permanente de negociação entre o desejo e a materialidade. Nossa premissa é que o procedimento adotado em um ateliê de projetos tende a se caracterizar como um processo baseado num tipo de saber específico constituído através de séculos de pratica profissional e pode ser fundado na pesquisa através da solução de problemas. A partir dessa constatação se pode comprovar que não há sentido em corroborar a ideia tradicional que afirma a existência de um abismo intransponível entre o saber profissional praticado nas disciplinas de um curso de arquitetura, e aquele outro posto em prática nas chamadas disciplinas científicas. Esse abismo separaria por suas margens o generalista e o especialista, como que representante de saberes distintos praticados através de métodos irreconciliáveis. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ARQ - DEPARTAMENTO DE PROJETOS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://enanparq2016.files.wordpress.com/2016/09/s02-01-campomori-m.pdf |