Corpos condenáveis: a interface entre a política de guerra às drogas e o racismo institucional
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Monografia de especialização
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Primeiro orientador
Membros da banca
Cristiane de Freitas Cunha
Cristina Campolina Vilas Boas
Cristina Campolina Vilas Boas
Resumo
O objetivo deste trabalho é problematizar a interface existente entre a Política de Drogas no Brasil e o Racismo Institucional. Compreender as configurações e expressões do racismo na contemporaneidade, forjados, principalmente, em discursos e práticas institucionais, tais como o da Segurança Pública e da política sobre drogas, permite-nos analisar os atuais processos de desigualdade social, exclusão e gestão da vida, manifestos pelo controle social progressivo. Para tanto, realizou-se um breve resgate histórico da consolidação do Racismo Institucional, pós-abolição da escravatura, e os pontos que evidenciam a constituição de uma justiça criminal pautada em uma política racial. Em seguida, problematiza-se como a guerra às drogas - eixo da atual política de drogas brasileira - legitima e atualiza o racismo institucional, justificando, assim, a existência de um Estado policial, genocida e segregador, materializado na morte e no encarceramento do povo negro. A partir dessa leitura, a autora apresenta alguns apontamentos e reflexões sobre os impactos desse contexto produzidos no campo socioeducativo.
Abstract
Assunto
Serviços de saúde para adolescentes, Adolescentes Cuidados médicos
Palavras-chave
Racismo Institucional, Guerra às Drogas, Sistema Socioeducativo, Política de drogas