Corpos condenáveis: a interface entre a política de guerra às drogas e o racismo institucional
| dc.creator | Vivane Martins Cunha | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T11:57:22Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:26:53Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T11:57:22Z | |
| dc.date.issued | 2016-12-07 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-AYVGEG | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Serviços de saúde para adolescentes | |
| dc.subject | Adolescentes Cuidados médicos | |
| dc.subject.other | Racismo Institucional | |
| dc.subject.other | Guerra às Drogas | |
| dc.subject.other | Sistema Socioeducativo | |
| dc.subject.other | Política de drogas | |
| dc.title | Corpos condenáveis: a interface entre a política de guerra às drogas e o racismo institucional | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Rosimeire Aparecida da Silva | |
| local.contributor.referee1 | Cristiane de Freitas Cunha | |
| local.contributor.referee1 | Cristina Campolina Vilas Boas | |
| local.description.resumo | O objetivo deste trabalho é problematizar a interface existente entre a Política de Drogas no Brasil e o Racismo Institucional. Compreender as configurações e expressões do racismo na contemporaneidade, forjados, principalmente, em discursos e práticas institucionais, tais como o da Segurança Pública e da política sobre drogas, permite-nos analisar os atuais processos de desigualdade social, exclusão e gestão da vida, manifestos pelo controle social progressivo. Para tanto, realizou-se um breve resgate histórico da consolidação do Racismo Institucional, pós-abolição da escravatura, e os pontos que evidenciam a constituição de uma justiça criminal pautada em uma política racial. Em seguida, problematiza-se como a guerra às drogas - eixo da atual política de drogas brasileira - legitima e atualiza o racismo institucional, justificando, assim, a existência de um Estado policial, genocida e segregador, materializado na morte e no encarceramento do povo negro. A partir dessa leitura, a autora apresenta alguns apontamentos e reflexões sobre os impactos desse contexto produzidos no campo socioeducativo. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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